quinta-feira, 31 de março de 2016
Fotografar é testar
A fotografia revela detalhes de difícil percepção a olho nu. Esta imagem foi tomada de uma forma pouco usual, já que a fonte de luz principal foi um flash direcionado para o teto. Em frente ao dorso do paciente foi posicionado um rebatedor prata que direcionou a luz contra os dentes. Esta tática combinou uma luz macia, mas bem direcionada, o que propiciou observar as linhas horizontais presentes no esmalte. O mais interessante desta imagem é o fato de que a mesma só foi feita assim porque na hora não existia um flash twin disponível.
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o legal da fotografia extra oral, é que me auxilia bastante na comunicação com o paciente, não me deixando numa posição de contorcionista com a camera intraoral!! outra coisa que acho diferente, é o jeito do paciente estar confortável, numa cadeira, tomando um café, e vendo!!!
ResponderExcluirCom certeza Dr. Matheus, a fotografia extra-oral é de grande valia para o planejamento digital do tratamento.
Excluira fotografia se tornou essencial para mim, me ajudando a ver os pequenos detalhes, e auxiliando na hora de fazer o DSD
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